13 de dez de 2008

E sua voz fez-se ouvir


Por Antonia Alves


“Comum ação” é o que significa a palavra comunicação. “E não é verdade?”, questiono. “Claro que é!”, clamam os protagonistas de uma nova forma de abordar as situações cotidianas pela utilização dos equipamentos tecnológicos, da Internet e suas ferramentas denominadas Web 2.0 que potencializam o poder desse exército de pequenos produtores de mídia.

São os educomunicadores que vão chegando como uma equipe de gansos voando em “V” em que todos se revezam no processo de liderança e amplia o poder do grupo. São crianças, adolescentes e jovens que caminham em direção à apropriação dos modos de produção midiáticos e comunicativos para produzirem eles mesmos a mensagem a ser enunciada.

Uns têm câmeras fotográficas e de vídeo nas mãos; outros gravadores digitais e analógicoas de prontidão em cada nova empreitada. Outros ainda equipam-se de seus celulares capazes de gravar e fotografar. Sua produção não é brincadeira, apesar de ser amadora. É fruto de um novo processo comunicacional que desponta em escolas, organizações do Terceiro Setor e iniciativas de alguns meios de comunicação.

Recentemente essa experiência foi noticiada na Vila Mariana, em São Paulo. Cem jovens mostraram ao Brasil e ao mundo sua produção educomunicativa durante a realização do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, organizado pelo Núcleo de Comunicação e Educação em parceria com o Sesc-SP, o canal Futura, o Ministério do Meio Ambiente o Instituto Internacional de Jornalismo e Comunicação (IIJC).

A cobertura educomunicativa realizada por eles servirá de pesquisa aos estudiosos da área. Mais que isso: marca um novo momento histórico no protagonismo juvenil, muitas vezes incentivado e tantas outras, podado. A diferença dessa nova abordagem é que as relações são democráticas, dialógicas, interdiscursivas e criativas.

Paloma Garcia Dias de Herrera, 13 anos, considera-se “blogueira profissional”. Eis um motivo a se festejar: são os objetivos da Educomunicação fazendo-se presente na vida juvenil apontando caminhos a serem protagonizados.


* Antonia Alves é jornalista, educomunicadora e especialista em Ensino a Distância. Atualmente é gestora de educomunicação e jornalismo do Portal Educacional Aprendaki.

28 de nov de 2008

Quem faz educomunicação!




O professor Carlos Alberto Mendes de Lima do PROGRAMA NAS ONDAS DO RÁDIO é o animador de um grande grupo de educadores e estudantes da Secretaria Municipal de Educação da cidade de São Paulo-SP a partir da educomunicação.

Na cidade o projeto nasceu com o Rádio.Educom, um projeto da SME em parceria com o Núcleo de Comunicação e Educação - NCE/USP, em 2002.

O professor Carlos apresenta uma série de outros companheiros que também fazem educomunicação por esse Brasil e Mundo afora. Esses detalhes também são apresentados em meu blog que tem por objetivo dar visibilidade ao que se faz e a quem faz em torno da Educomunicação:

Rádio Educart - http://educart.multiply.com/
EMEF Prof. Jairo de Almeida da região de Perus, Zona Norte de São Paulo.

DE SOSLAIO - http://www.podcast1.com.br/canal.php?codigo_canal=2453
É do professor Cacá Saffioti , nosso amigo de Itaquera que colocar no ar programas de rádio sobre música. Sao programas de altíssima qualidade e vale a pena ouvir os programas. Para quem gosta de MPB e Rock Brasileiro certamente não terá o que reclarmar.

RÁDIO SOM DA AMAZÔNIA - http://som-damazonia.podomatic.com/
A dica de hoje vem do Pará e mostra vários trabalhos realizados pelos jovens educomunicadores. Vale a pena dar uma olhada. Há várias produções de reportagens realizadas em grandes eventos por crianças e adolescentes.

Língua Inglesa - http://brazilianfriends.multiply.com
Escola Muncipal Antonio Carlos destinado ao trabalho de educação de lingua estrangeira (Inglês). Recentemente o Jornal da Tarde publicou matéria sobre Blogs Escolares e destacou o trabalho da profª Rose , responsável pelo Podcast.

Bue Fixe - http://grupobuefixe.blogspot.com/
É um Blog de Portugal do meu amigos Dynka Amorim que desenvolve um trabalho super bacana com jovens imigrantes da Africa. O projeto Bue Fixe desenvolve um trabalho bem legal com jovens sobre a prevenção da Aids. Para o próximo ano estaremos desenvolvendo juntos um programa de Rádio via WEB para adolescente daqui e de lá. O projeto de intercâmbio preve a transmissão de nossos programas em rádios universitarias na Europa. O pessoal de Portugal está muito interessado nessa Onda chamado Educomunicação.

Projetos estão integrados ao Programa Nas Ondas do Rádio
- Zona Oeste de São Paulo - trabalho bacana da turma comandada pelo Prof. André Dutra
O podcast da Escola Municipal Conde Matarazzo é um espaço criado para divulgar o trabalho da Rádio Escolar e das atividades educomunicativas desenvolvidas no laboratório de Informática.

- Escola Nelson Pimentel de Jabaquara que participa ativamente dos trabalhos de cobertura jornalistica de grandes evento na cidade. Vale a pena dar uma olhadinha

EDUCOM VERDE - http://educomverde.blogspot.com/
É um blog cheio de estilo e com muita informação sobre Meio Ambiente e Educomunicação. O Blog EDUCOM VERDE é um espaço onde a Educomunicação Ambiental tem voz. Vale pena dar uma espiada.

Escola Municipal Mario Kozel integrado com o projeto Rádio Escolar (Programa Nas Ondas do Rádio). - http://artekosel.blogspot.com/
O Blog é organizado pelo amigo Tadeu (Professor Orientador de Informatica Educativa ) e participante do e-group Nas Ondas do Rádio. Gostei do player de Podcast ( Gcast) incorporado ao blog e é claro os depoimentos colhidos pelos alunos.

Escola Estadual FERNANDO MAURO PIRES DA ROCHA localizado na Cidade Tiradentes , extremo Leste de São Paulo - http://periferiaescolar.blogspot.com/
Blog da professora Sandrah Sagrado que trata de vários temas ligados a Educação Jornalismo Comunitário e vários outros assuntos legais.

Magaly Prado - http://magalyprado.blog.uol.com.br/
Lá você poderá conferir tudo sobre o mundo do Rádio AM e FM. Quem é amante de Rádio não pode deixar de sempre visitar o Blog da Magaly.

Professor Silas - www.itarare.com.br/silas.htm
Hoje é dia de poesia e a contribuição é do professor Silas que tem contribuido com suas belas e interessantes poesias. O amigo Silas é professor da EMEF Alcantara Machado , localizado no bairro Real Parque.

Fonte: e-groups nce_simposio

7 de nov de 2008

Cobertura do SBEducom



O Portal Educacional Aprendaki fez a cobertura jornalística do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação e a Cobertura Educomunicativa realizada por 100 jovens e adolescentes durante os dias 28 a 30 de outubro de 2008, no Sesc da Vila Mariana, em São Paulo-SP.

Confira a página especial - www.aprendaki.com.br/educom2008.asp

3 de nov de 2008

Formação de Professores para o Uso Adequado das TIC

 
 
O artigo Formação de Professores para o Uso Adequado das TICs foi escrito em coautoria entre Antonia Alves e Andréa de Carli para o I Congresso de Tecnologias na Educação, realizado entre 27/10 a 01/11/2008,. Foi publicado no primeiro número da Revista Tecnologias na Educação

Este trabalho analisa os aspectos significativos sobre o processo vivenciado
por professores, durante a realização do curso de Informática Educativa, do Portal Aprendaki, na modalidade à distância. Em especial, destacamos aspectos relacionados às interações e mediações que aconteceram no ambiente e como estes pressupostos influenciam na apropriação do conhecimento. O trabalho busca contribuir na reflexão para as futuras práticas de formação continuada, em novas versões deste curso. 


Palavras Chave: Informática, interações, mediações.




Sobre o evento, 
Realizado na modalidade on-line e de forma assíncrona, de 27 de outubro a 1º de novembro, este congresso divulgou os diferentes usos da tecnologia na escola. O evento ofereceu um espaço para que professores e pesquisadores de todos os níveis de ensino, usuários das tecnologias em sala de aula ou em pesquisas, pudessem apresentar seus trabalhos e trocar experiências, que se refletirão na prática pedagógica. Os resultados do evento serão posteriormente publicados aqui neste site.



Revista Tecnologias na Educação 
ISSN: 1984-4751

7 de out de 2008

Inscrições abertas para o Simpósio de Educomunicação

O SESC São Paulo realiza, de 28 a 30 de outubro de 2008, um simpósio especialmente dedicado ao debate da relação entre meio ambiente, jornalismo e educomunicação. Trata-se do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, previsto para ocorrer no SESC Vila Mariana, em São Paulo, numa parceria com o NCE Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo, o Ministério do Meio Ambiente, o Canal Futura e o International Institute of Journalism and Communication, de Genebra, Suíça.

O debate entre comunicadores, educadores e especialistas na área do meio ambiente tem o propósito de socializar as reflexões e experiências no campo da educomunicação socioambiental e refletir sobre os desafios que o meio ambiente e sua preservação apresentam para a mídia, para o ensino e para as políticas das organizações sociais.

Entre os 45 conferencistas estão Débora Garcia, supervisora de conteúdo do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News; Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do jornal O Estado de São Paulo; Filomena Salemme, da Rádio Eldorado, e Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás e professor da ECA-USP. O evento contará, ainda, com Ismar de Oliveira Soares, da ECA-USP, pesquisador do conceito da educomunicação; Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza (CE) responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Marcia Rolemberg, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, vinculada ao Projeto Nas Ondas do Ambiente, que o Ministro Carlos Minc pretende lançar para todo o país.

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, além uma série de workshops voltados à produção de documentários para TV e de programas de rádio em escolas voltados para a mobilização multimidiática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do programa Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

Entre os temas abordados nas conferências e painéis estão: A Imprensa Brasileira e o Meio Ambiente; Educomunicação Socioambiental; Consumo Consciente para a Sustentabilidade e Meio Ambiente: Na Comunidade, na Mídia e na Educação Formal.

O simpósio contará com a cobertura jornalística de um grupo de 100 adolescentes de programas educomunicativos do NCE/USP e seus parceiros. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura.

O evento tem o apoio da Rádio Eldorado, da Revista Viração, da Rede CEP Comunicação Educação e Participação.
As inscrições para participar do simpósio e a programação completa das conferências, mesas-redondas, workshops, painéis e atividades paralelas, estão no site: www.sescsp.org.br.

VI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCOMUNICAÇÃO
De 28 a 30 de outubro de 2008

Informações:
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 - São Paulo
Terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30
Fone: (11) 5080-3142
www.sescsp.org.br
conferencias@vilamariana.sescsp.org.br

Fonte: SESC Vila Mariana/Assessoria de Imprensa

5 de ago de 2008

Simpósio de Educomunicação - inscrições em breve

As inscrições para o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação estarão abertas EM BREVE.

O evento se realizará entre os dias 28 a 30 de outubro trabalhando a questão ambiental. O evento é promovido pelo Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USP, pelo Canal Futura, pelo Departamento de Educação Ambiental - Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) e pelo International Institute of Journalism and Communication (IIJC.

Aguarde mais informações ...

4 de ago de 2008

É preciso se comunicar para não se trumbicar, na educação também

Há três expressões que fazem parte do imaginário popular, dos desafios cotidianos e da experiência de inúmeros educadores. Lembremos do grande comunicador Chacrinha que dizia “quem não se comunica, se trumbica”, do provérbio “quem pergunta, vai a Roma” e da expressão: “quem não se atualiza, perde a vez ou fica para trás”. Educadores têm deixado essas frases ecoarem dentro de si para dar um vislumbre significativo à sua experiência educativa seja em ambientes de educação formal ou não-formal.

Blog Oficial do Simpósio de Educomunicação

O Blog Oficial do VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação é http://simposioeducom.blogspot.com/.

Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação Simpósio Brasileiro de Educomunicação

SITES DOS PROMOTORES DO EVENTO

Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE/USP)
SESC - SP
Canal Futura
Departamento de Educação Ambiental - Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA)
International Institute of Journalism and Communication (IIJC)

10 de jul de 2008

Mídia e Educação no RioMídia

Que interface se estabelece entre mídia e educação no cotidiano da MULTIRIO? Afinal, qual é o conceito que possibilita à empresa desenvolver uma política pública na área, no âmbito das escolas da Prefeitura do Rio? Mídia e Educação Pública é o tema central do 4º Encontro Internacional RIO MÍDIA, que acontecerá entre os dias 27 e 29 de agosto, no Auditório da Casa do Comércio, no Rio de Janeiro.

Conseqüente com a realização da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, em 2004, e com os três encontros internacionais subseqüentes, o evento internacional deste ano também pretende atualizar e analisar quais são as responsabilidades dos diferentes setores da sociedade na produção de mídia para crianças e adolescentes e quais são as responsabilidades dos professores contemporâneos no mundo midiatizado e globalizado.

O 4º Encontro Internacional RIO MÍDIA contará também com a presença dos coordenadores do Comitê Organizador da Cúpula Mundial de Mídia 2010, que será realizada em Karlstad, na Suécia. Na ocasião, Pär Lundgren e Bertil Johanson pretendem iniciar a articulação de uma rede de profissionais da indústria de mídia, professores, pesquisadores e de representantes da sociedade latino americana interessados em conhecer, participar e contribuir para o desenvolvimento da próxima Cúpula Mundial, cujo tema principal será: Os Desafios no Mundo da Comunicação dos Jovens.


Mais informações no Portal Educacional Aprendaki.

Fonte: RioMídia

1 de jul de 2008

VI Seminário Brasileiro de Educomunicação

O VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação acontece entre os dias 28 a 30 de setembro trabalhando a questão ambiental. O evento é promovido pelo Núcleo de Educação e Comunicação da ECA/USP.

O V Encontro aconteceu em São José dos Campos-SP e teve a cobertura jornalística realizada pelo Portal Educacional Aprendaki. O conteúdo pode ser acessado pelo link www.aprendaki.com.br/especial.asp. Nessa página, escolhe a opção Simpósio de Educomunicação.

Programação

28 de outubro (3a feira)

8hs- Recepção dos participantes
9 hs – Abertura Solene
10hs - Mesa Redonda: Desenvolvimento, Meio Ambiente e o Futuro do Planeta
12h30 - Atividades cênicas e musicais
14hs – 17h30 Painéis:
1 - Meio ambiente, redes e mobilização cidadã
2 - Ética jornalística, conflito de interesses e meio ambiente
Workshops para Coletivos Educadores e Salas Verdes
1º - Os Coletivos Educadores e a educomunicação
2º - Produção de documentários sobre o meio ambiente
Posters 18 hs - Apresentação de documentários do Canal Futura sobre Meio Ambiente

29 de outubro (4a feira)
9hs – Conferência: Educomunicação, conceito e emergência de um novo campo
10h30 – Mesa Redonda:
Construindo os referenciais para a prática da Educomunicação Socioambiental
12h30 - Atividades cênicas e musicais
14hs – 17h30
Painéis:
3- O lugar da educomunicação socioambiental no ensino
4- Práticas educomunicativas em meio ambiente
Workshops para educomunicadores
3º - Uso da Internet na educomunicação socioambiental com crianças e adolescentes
4º - Produção de documentários sobre o meio ambiente
Posters
18 hs – Apresentação de documentários da TV Cultura sobre Meio Ambiente

30 de outubro (6a feira)
9hs – Conferência: Meio Ambiente na pauta da mídia
10h30 - Mesa Redonda: Meio Ambiente na pauta do movimento social
12h30 - Atividades cênicas e musicais
14hs – 17h30
Painéis:
5- A produção midiática sobre temas socioambientais
6- Comunicação para o meio ambiente na pauta da área de responsabilidade social das empresas
Workshops para educomunicadores
5º - O potencial do rádio-escola na educação socioambiental
6º- A produção radiofônica em projetos de educação ambiental
Posters
18 hs – Encerramento e aprovação do documento final

30 de jun de 2008

Diálogo é a situação ideal de fala no ambiente educativo

Quem nunca escutou a expressão: “vou ficar quieto pela paz da nação”? Certamente, todos já passaram por uma situação parecida para não gerar um clima de conflito em uma situação que parecia irremediável. No entanto, o posicionamento de “ficar quieto” não levou a um consenso quanto ao assunto discutido nem à paz de espírito de quem decidiu pela ação de ficar calado. Pelo contrário, levou à mediocridade, à mesmice ou até mesmo à conformidade com uma situação de autoritarismo.

19 de jun de 2008

Pesquisas em Educomunicação

O Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) comemora o crescimento das pesquisas em âmbito de universidade. Desde a conclusao sobre o conceito de EDUCOMUNICAÇÃO, em 1999, elaborado pelo NCE, já foram defendidas 80 pesquisas, em nível de mestrado e doutorado na Escola de Comunicações e Artes da USP.

Em maio deste ano foram defendidas:

# Doutorado de Marciel Aparecido Consani, com o título "Mediações tecnológicas na educação: conceitos e aplicações".

# Mestrado de Maria Izabel de Araújo Leão sobre "O papel da internet nos projetos educomunicativos do NCE/USP" e de Cristina Álvares Beskow sobre a "Comunicação, educação e inclusão digital: quem 'tá ligado' na escola estadual paulista? Uma análise da interatividade no projeto Tô Ligado: o jornal interativo da sua escola".

E para não dizer que somente a ECA fala sobre esse assunto, a educomunicação rompe fronteiras e também passa a ser discutida no âmbito do Instituto de Psicologia da USP, a partir do relatório de qualificação de Joari Aparecido Soares de Carvalho sobre "A importância do vínculo intersubjetivo no grupo de educomunicação: um estudo de psicologia social sobre a prática da educomunicação".

Fonte: NCE-USP

Rádio, estratégia de lazer aprendizagem

Mais uma escola de Mato Grosso iniciou esta semana uma prática pedagógica diferente: o uso das potencialidades do rádio para o processo de ensino-aprendizagem. A Escola Estadual “Dom Wunibaldo Tauller”, de Rondonópolis, inaugurou o Programa Rádio Escola, com o objetivo de proporcionar aos alunos momentos de lazer e cultura, que contribuam para a qualidade do ensino.

Conforme a diretora do Centro de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros), Luciane Aporta, a “rádio” (na verdade, um sistema de som interno), funciona nos três períodos de aula da escola. A intenção é atender às diferentes faixas etárias durante os intervalos, com a simulação do que seriam programas de rádio, feitos ao vivo, por alunos voluntários.

A “Dom Wunibaldo” atende a uma demanda de 1.419 alunos em três turnos de funcionamentos, sendo 553 no Ensino Fundamental em ciclos; 336 no Ensino Fundamental (EJA); 209 no Ensino Médio e 321 no Ensino Médio (EJA).

Fonte: Seduc-MT

Educomunicação é lei em Mato Grosso

A Lei Estadual nº 8.889/08 de autoria do deputado estadual Alexandre Cesar foi sancionada e publicada no diário oficial de 10/06/08 do Estado de Mato Grosso. Ddispõe sobre a implantação do programa Rádio Escola Independente na rede Estadual de ensino. Através de mini-estações de rádio, em cada unidade escolar, os alunos poderão trabalhar todas as áreas de ensino, códigos, linguagens, ciências exatas, humanas e sociais.
O programa vai trazer diversos benefícios aos estudantes, enumerados na própria Lei, como o desenvolvimento da criatividade e do senso de responsabilidade; a exploração das potencialidades pedagógicas do rádio para a difusão de conteúdos escolares; a promoção da educação ambiental na escola de forma interdisciplinar; a contribuição para a formação do jovem e o estímulo ao exercício da cidadania; o combate à violência e o favorecimento à cultura de paz no ambiente escolar.

Fonte: NCE-USP

Educomunicação a partir da ECA-USP

É referência em Educomunicação no Brasil o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP.

O Núcleo que nasceu em 1996 é coordenado pelo professor Ismar de Oliveira Soares e reúne pesquisadores na inter-relação Comunicação/Educação.
Seu primeiro grande trabalho foi uma pesquisa junto a especialistas de 12 países da América Latina e países da Península Ibérica para saber o que pensavam os coordenadores de projetos na área e qual o perfil dos profissionais que trabalham nesta inter-relação.

O resultado foi surpreendente: descobriu-se que a interface entre Comunicação e Educação, desenvolvida tradicionalmente na forma de uma complementação mútua, havia se transformado em integração, com o surgimento de um campo novo e distinto: a educomunicação.

Com os dados da pesquisa, o NCE conseguiu definir o campo da educomunicação como sendo o espaço que membros da sociedade se encontram para implementar ecossistemas comunicativos democráticos, abertos e participativos, impregnados da intencionalidade educativa e voltado para a implementação dos direitos humanos, especialmente o direito à comunicação. Para que isso ocorra, os profissionais da educomunicação trabalham com o conceito de planejamento, implementação e avaliação de projetos, desenvolvendo suas atividades assistidos por teorias da comunicação que garantam a dialogicidade dos processos comunicativos.

Fonte: NCE/USP

18 de jun de 2008

Blog da Andréa De Carli


O Blog da Andréa De Carli é meu "norte", ou seja, uma bússola para ficar sempre plugada nas novidades de Informática para a Educação.

E por falar nisso, ela é autora do EAD.Aprendaki.
Seu curso INFORMÁTICA EDUCATIVA ensina a construir Mapas Conceituais, Páginas Web, Webgincanas, Webquest e Blogs Educativos.

A primeira turma está em andamento.
Já estão abertas inscrições para nova turma que terá início em agosto.
Não deixe de conferir - EAD.Aprendaki

Conheça o Blog da Andréa - Informática e Educação

17 de jun de 2008

EAD.Aprendaki - tcc

Este é o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) resultado do curso de Pós-Graduação em Ensino a Distância pelo Senac-Rio. Nele contextualizei o EAD.Aprendaki dentro da abordagem sócio-interacionista e educomunicativa.


Educação em Alerta

Foi tema de minha monografia de graduação de Comunicação - Jornalismo.

Estudo de caso: O jornal do Sintep-MT nas Escolas Estaduais 'Souza Bandeira' e 'Raimundo Pinheiro' - bairro Coxipó Autor: Antonia Alves Pereira Instituição: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Linguagens – Curso de Comunicação Social Monografia apresentada ao Departamento de Comunicação Social do Instituto de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso, como parte dos requisitos para conclusão do curso de Comunicação Social, habilitação em jornalismo, sob a orientação da Professora. Mariângela Sólla López, em 22 de agosto de 2000. Capítulos 1. Busca de uma Alternativa na Comunicação 2. Construção histórica do receptor 3. Metodologia: construção em proceso 4. Educação em Alerta, o lado do emissor 5. Negociação de significado, o lado do receptor.

Alunos editam revista

Em 2002, os alunos da Escola Madre Marta Cerutti, em Barra do Garças-MT realizaram um projeto educomunicativo em que todos se sentiram envolvidos desde a pesquisa até a publicação da revista.

Da Educação Infantil ao Ensino Médio, todos demonstraram ousadia.

Revista "Barra do Garças na Ótica Estudantil". O projeto foi coordenado equipe pedagógica e educomunicativa da Escola.

15 de jun de 2008

Cursos do EAD.Aprendaki

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Há um ideal para você.
Confira!

Autores do EAD.Aprendaki

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Colaboração, até onde o estudante pode?!

Colaboração é o carro-chefe da Internet nos dias de hoje. Envolve interatividade, confronto, confiança, ousadia e transmutação. Quando pensamos em Wikipédia, pensamos em mudança, alteração e composição de um conceito ou termo, de uma idéia ou situação, enfim de um texto que não tem dono porque é colaborativo.

Afinal, o que é colaboração? Podemos falar de duas ações: colaborar e ação. Portanto, colaboração está carregada de interação (inter-ação), comunicação (comum-ação) e transformação (ação que transforma). De acordo com o dicionário Michaelis, colaboração é “ato de colaborar cooperação, ajuda trabalho feito pelos colaboradores conjunto dos colaboradores reunião de duas ou mais pessoas que trabalham juntas para produzir ou utilizar uma aplicação multimídia”.

EAD, planejar de olho no sujeito social

Para se preparar um projeto de ensino a distância – EAD – é necessário ter presente alguns aspectos que são primordiais na construção de do planejamento de acordo com a especialista Juliane Corrêa. A palavra-chave nesse processo é o sujeito social da aprendizagem que vai demonstrar desde o início do processo sua intenção em participar mais ou menos do mesmo. A motivação desse sujeito depende de um bom planejamento fundado em teorias cognitivistas que levem a um processo de construção de todo o ensino-aprendizagem amparado por recursos tecnológicos inovadores que ampliem a potencialidade dos objetivos.

TICs, uma nova postura na educação

As novas tecnologias de informação e comunicação vieram para ficar, fazer história e ser um marco decisivo no processo de educação brasileira e mundial. No entanto, esta nova realidade exige posicionamentos, posturas e muito treinamento para que educadores, estudantes e instituições possam se beneficiar desse progresso. Isso porque a incorporação das tecnologias na prática educacional traz em seu cerne desafios e dificuldades, como registra Andrea Filatro em seu livro “Design instrucional contextualizado – educação e tecnologia”.Tecnologias da informação e comunicação (TICs), mediação tecnológica, educação mediada por computadores, educação a distância e ambientes virtuais de aprendizado são alguns dos termos utilizados por aqueles que querem fazer um diferencial na educação do século XXI. E para ser diferente é preciso ser multimídia. Não é mais razoável utilizar apenas internet e música. É preciso propor situações em que aconteça a convergência entre mídias como o rádio, a televisão, a fotografia, o cinema.

EAD: sinônimo de interatividade e ‘glocalidade’

Juliane Corrêa fala do surgimento de um discurso planetário que trata da globalização que abrange, hoje, todos os processos que vão da territorialização à transnalidade perpassada pela cultura, tecnologia, informação, comunicação e processos de negociação.

Cita: “discurso mais planetário, que seja ao mesmo tempo local e nacional, impõe que nos apropriemos das novas tecnologias da informação e da comunicação. E isso não significa ter apenas condição de acesso, como também o poder de produzir, selecionar e distribuir informações. O processo de tercermundização impede a utilização desses recursos para diferentes culturas que, assim, não se fazem presentes no cenário internacional”.

Aproprio-me das pesquisas em educomunicação que apontam o surgimento de um novo sujeito, o cibercidadão, ou seja, aquela pessoa que está presente em todos os espaços e experiências sem sair de um determinado espaço físico. Estamos falando de uma experiência glocal (global + local) em que é possível se comunicar e interagir com outros sujeitos em diferentes partes do mundo, em que é possível se apropriar de informações antes inacessíveis sem o uso do deslocamento geográfico. Este mesmo cidadão pode adquirir conhecimentos, conseguir títulos acadêmicos, fazer cursos para implementação de seu currículo com um simples toque no “mouse”, potencializando suas chances profissionais. É possível, mudar de emprego, estando apenas sentado em frente a um computador, seja em casa, numa “lan-house” ou até mesmo no trabalho. A entrevista para um emprego ainda é presencial. No entanto, os processos preparatórios não exigem lugar nem espaço. É uma experiência virtual carregada de significados e interações.

O educomunicador Ismar de Oliveira Soares (NCE/USP) concorda com os pesquisadores norte-americanos Rena Pallof e Keith Prat, autores de “Buldig Learning Communities in Cyberspace” com a tese de que a “comunicação e a necessidade de ‘sentir-se conectado” representam para as pessoas envolvidas nos cursos a distância o objetivo essencial, maior mesmo que os próprios conteúdos disseminados’. Esta experiência é fundamentada na experiência do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USP a partir do projeto Educom.TV realizado com 2.240 professores da rede pública estadual de educação de São Paulo no sistema de educação a distância em que a experiência de interatividade teve crescimento significativo a cada etapa do processo.

Tadeu P. Arrais fala da globalização como um conceito – e porquê não, digo eu, um processo – “socialmente construído”. Se é construído, está amparado em questões dialógicas, interativas e negociáveis, e portanto, está diretamente ligado à comunicação, à negociação de sentidos em que se agregam experiências de “translocalidade”, “espaço global” e “tempo virtual”.

Tudo aquilo que era só nosso e pessoal, agora é coletivo, real e interativo. Os jovens nesse contexto são considerados a “Geração @”, ou seja, uma geração digital, pois eles se conectam a tempos múltiplos e se move em medidas de tempo relativas. Estamos falando, portanto, de um espaço globalizado e de um tempo virtualizado. Esta geração é uma minoria. Se nada for feito, o abismo da inclusão social/digital aprofundará ainda mais as conseqüências negativas da globalização tecnológica para a maioria desfavorecida.

Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira fala que na globalização o pluralismo cultural é recolocado sob a forma de redes em que o “tempo-espaço é comprimido pelos novos meios de transportes e das novas tecnologias de informação e comunicação, intensificaram-se os fluxos de informação e de pessoas (agora ameaçado), colocando todos em contato com todos, e principalmente com diferentes maneiras de viver, pensar e sentir a vida”.

Isso gera “choques de valores, opiniões, perspectivas e pautas de ação dos indivíduos ou de uma coletividade que só podem ser resolvidos através do diálogo ou da força,” afirma o pesquisador. Ele chama essa prática de “democracia dialógica”. É justamente essa postura dialógica que é necessária na prática de EAD. Somente assim, será possível negociar novas perspectivas para os “novos velhos problemas” – velhos porque são sempre os mesmos itens que aparecem com roupagens diferentes. Para exemplificar: é o NOVO lux (sabonete), é a NOVA cerveja (que agora desce redonda) e assim por diante.

É a NOVA educação a distância que agora acontece com o auxílio dos aparatos tecnológicos , mas continua vinculada à práticas tradicionais, autoritárias e fechadas de um modelo pronto que é apresentado para o estudante executar. A verdadeira EAD pela Internet deve-se obrigatoriamente ser realizada sob o respaldo da dialogicidade, da negociação de sentido dos textos, vídeos e áudios, da interatividade entre os participantes e assim, por diante.

Em suma, a EAD veio para contribuir com o momento histórico de grandes transformações culturais, sociais, econômicas e comunicacionais. Se ela for utilizada para gerar interatividade, vai aproximar continentes, posturas, pessoas, idéias e, principalmente, uma nova maneira de trabalhar e estudar, em que o tempo e o espaço se unem na dinâmica do “glocal”, da cibercidadania e da autonomia dos processos.


Este artigo também pode ser lido no Blog.Aprendaki, no Blog Cibercidadania, no Portal Educacional Aprendaki.com.br e no Recanto das Letras

Educação de qualidade acontece por osmose, por prazer

Com o trabalho educomunicativo, estudantes e educadores crescem na dinâmica cidadã em vista de uma educação melhor que envolve convivência.

Não é fácil sair da educação bancária em direção a uma nova postura de educação baseada na construção coletiva do conhecimento. É difícil deixar as velhas práticas tradicionais de oferecer conhecimento aos alunos da disciplina que o professor domina muito bem, que sabe profundamente o conteúdo e tem prazer de “passar” essas informações.

Aluno preguiçoso ou professor despreparado?

O mundo virtual é um desafio para educadores que precisam conhecê-lo para se apropriar de suas ferramentas em benefício da educação.“Mas que aluno preguiçoso.

Tá na cara que ele só copiou da internet e colou no word para entregar a pesquisa que pedi à turma!” Essa expressão faz parte do cotidiano escolar. Já saiu da boca de algum professor chateado com o resultado da pesquisa escolar sobre um determinado tema estudado em sala de aula.

Certamente, muitos de nós já ouvimos, assistimos ou lemos o seguinte comentário: “porque sei que o estudante copia da net e cola no trabalho escolar, não aceito mais trabalho digitado. Apenas manuscrito.” Essa expressão me entristece muito mais que a primeira, pois mostra o quanto o educador está despreparado para enfrentar a Internet, sua aliada e não sua inimiga.

Educação: Resistência ou medo das novas tecnologias interativas

Quem nunca entrou num site de relacionamento, em uma sala de bate-papo ou trocou mensagens instantâneas com a sua lista de contato? É principalmente esse universo baseado em ambiente colaborativo que tanto empolga os estudantes em busca de novas experiências. Por esse motivo, muitos sites têm passado por verdadeiras transformações para atrair essa clientela cada vez mais exigente.

Já faz parte da rotina de muitos educadores e estudantes a navegação diária em busca de novas informações, de notícias, de artigos em um determinado assunto para enriquecer um conteúdo ou um conhecimento prévio. Por isso, é cada vez mais comum encontrar links nos sites para uma busca de informações no próprio site ou na internet.

Web 2.0 pode revolucionar a educação

Interatividade, ambientes colaborativos, novas recursos tecnológicos e competência tecnológica podem revolucionar a educação brasileira, que se encontra inerte ainda hoje. No mundo tecnológico as mudanças acontecem muito rápido, no entanto, dentro da escola a passos lentos. Estamos falando de desafios hierárquicos, pedagógicos, tecnológicos e principalmente, de relacionamentos interpessoais entre a comunidade educativa, ou seja, educadores, estudantes e dirigentes.

Não adianta inserir aparatos tecnológicos dentro da sala de aula, se as relações continuarem baseadas no autoritarismo, na dependência, na prepotência ou na condição do “professor que sabe que ensina ao aluno que não sabe”. Hoje, mais que nunca os estudantes sabem, e muito. Aprendem sem sair de casa. Aprendem sentados à frente de um computador. Lendo notícias sobre atualidades que enriquecem o conteúdo estudado na aula de história, geografia, artes, português, matemática, dentre outras. Aprendem conversando no MSN, no Yahoo Messanger, no ICQ, no Talk... Aprendem escrevendo, comentando e interagindo no Orkut, na Wikipédia, em tantos outros sites baseados na Web 2.0.

14 de jun de 2008

Dos PCNs à Educomunicação

Dez anos dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs – elaborados a partir da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de transversalidade de conteúdos e de possibilidade de inserção da comunicação e suas tecnologias dentro da escola para contribuição com a aprendizagem. Será que podemos contabilizar grandes passos na interdisciplinaridade, no construtivismo, na interatividade?

A interdisciplinaridade, amparada nos fundamentos teóricos do construtivismo e interacionismo, vem subsidiar os educadores em seus projetos pedagógicos. Para Piaget o conhecimento é conseqüência das ações e das interações do sujeito com o objeto de conhecimento (construtivismo). Enquanto que para Vygotsky o aprendizado envolve sempre a interação entre os sujeitos e por tal motivo, elegeu a linguagem para mediação dessas interações (interacionismo).

Educomunicação: uma maneira de fazer EAD

Educomunicar no ciberespaço é apenas mais um desafio da educomunicação e de seus agentes, os educomunicadores. O ciberespaço entendido como um conjunto de ambientes digitais e não-digitais cria condições para a interação criando o ciberlugar, como define o educador Cassiano Zeferino de Carvalho Neto em sua obra “Por uma Escola Inteligente”.

Sendo um novo campo de intervenção social, a educomunicação é um conjunto de ações voltadas à criação de ecossistemas comunicativos abertos e criativos em espaços educativos. Esse novo campo é inter-discursivo, inter-disciplinar e mediado por tecnologias da informação.