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Artigos Científicos - REVISTAS


Facebook como espaço de luta por uma nova lei de Comunicação (Revista CCS)
O presente artigo apresenta o estudo de caso da hashtag #‎LeidaMídiaDemocrática encontrada na fanpage Para Expressar a Liberdade, comunidade da campanha que defende uma nova lei de comunicação para o país desde 2007. O caso foi estudado a partir de conceitos dos estudos culturais, das redes sociais, dos movimentos de desenvolvimento social e da Educomunicação para entender como os atores sociais envolvidos com a comunidade no Facebook têm se apropriado do espaço para defender sua causa. Em dez publicações analisadas percebeu-se que esse envolvimento se dá mais pelas curtidas e pelo compartilhamento das informações que pelos comentários, o que demonstra que a ação no ciberespaço ainda se encontra mais no engajamento no sentido de estar presente que em discussões acirradas sobre o assunto. (Revista Comunicação, Cultura e Sociedade, v. 2, p. 1 a 15-15, 2015)

Quando a intenção de comunicar supera 140 caracteres (Revista C&E)
O artigo é resultado da monografia #Eadsunday: Educação a Distância em discussão aos domingos – um estudo de caso de uma experiência bem-sucedida no Twitter, realizada como exigência de trabalho de final da disciplina Comunicação, Educação e Linguagem do Programa de Pós-graduação
em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da Universidade de São Paulo (USP), ministrada pelo professor Adilson Citelli. Seu foco educomunicativo insere-se na apropriação da linguagem dessa ferramenta pelos educadores, identificando seu perfil demográfico e tecnológico, ao mesmo tempo, comparando essa linguagem com aquela a que estão acostumados na modalidade de educação a distância. O resultado da pesquisa foi apresentado na Conferência Online de Informática Educativa <http:// www.coied.com>, entre os dias 07 e 19 de fevereiro de 2011, através de um e-poster. (Revista Comunicação e Educação - DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v16i2p125-132 - v. 16, n. 2, 2011).

Formação de Professores para o Uso Adequado das TICs. (Tecnologias na Educação)
Este trabalho que foi apresentado no I Congresso de Tecnologias na Educação analisa os aspectos significativos sobre o processo vivenciado por professores, durante a realização do curso de Informática Educativa, do Portal Aprendaki, na modalidade à distância. Em especial, destacamos aspectos relacionados às interações e mediações que aconteceram no ambiente e como estes pressupostos influenciam na apropriação do conhecimento. O trabalho busca contribuir na reflexão para as futuras práticas de formação continuada, em novas versões deste curso. (Revista Tecnologias na Educação - ISSN: 1984-4751 - v. 1, Relato publicado na edição de dezembro de 2009 em coautoria com Andrea Di Carli)






Artigos Científicos - EVENTOS

PEREIRA, Alves Antonia; Parente, Cristiane. Educomunicação e Ciberjornalismo: aproximações e sintonia. In: 7 Congresso Internacional de Ciberjornalismo, 2016, Campo Grande-MS. 7 Congresso Internacional de Ciberjornalismo. Campo Grande-MS: UFMS, 2016. v. 1. p. 50-60. 

PEREIRA, Alves Antonia; Ferreira, Joice Rodrigues; ALVARENGA, Caio Higor da Silva. Recuperando nascentes: do projeto ao jornalismo ambiental, encontros e desencontros. In: VI Encontro Brasileiro de Educomunicação, 2015, Porto Alegre. VI Encontro Brasileiro de Educomunicação e III EducomSul: Diversidade e Educomunicação, tecendo saberes e integrando práticas. São Paulo: ABPEducom, 2015. v. 1. p. 260-265. (e-book)

PEREIRA, Alves Antonia; BAPTISTELA, Eveline dos Santos Teixeira. Do cotidiano à redação: o processo educomunicativo na produção de pautas da revista Se Liga. In: VI Encontro Brasileiro de Educomunicação, 2015, Porto Alegre. VI Encontro Brasileiro de Educomunicação e III EducomSul - tecendo saberes e integrando práticas. São Paulo: ABPEducom, 2015. v. 1. p. 273-278. (e-book)

PEREIRA, Alves Antonia. Gestão da comunicação nos projetos de extensão de Jornalismo In: XIV CONGRESSO INTERNACIONAL IBERCOM 2015, 2015, São Paulo. Comunicação ibero-americana: os desafios da Internacionalização - Livro de Atas do II Congresso Mundial de Comunicação ibero-americana. Braga - Portugal: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Universidade do Minho, 2015. v.1. p.1556 – 1565

PEREIRA, Antonia Alves; SOARES, Ismar de Oliveira; Parente, Cristiane. Educomunicação na educação básica: dos projetos ao protagonismo juvenil. In: II Congresso Mundial Ibero-Americano (Confibercom), 2014, Braga. Anais do II Congresso Mundial Ibero-Amerciano (Confibercom). Braga: Confibercom, 2014. v. 1. p. 30-40. 

Mais informações sobre esse evento em nosso blog.

PARENTE, Cristiane; CORAZZA, Helena. ; PEREIRA, Alves Antonia. Quando um jornal escolar torna-se o jornal da cidade. In: II Congresso Mundial Ibero-Americano (Confibercom), 2014, Braga. Anais do II Congresso Mundial Ibero-Amerciano (Confibercom). Braga: Confibercom, 2014. v. 1. p. 840-849. 

Mais informações sobre esse evento em nosso blog.

PEREIRA, Alves Antonia. Grupos do Facebook como complemento às disciplinas presenciais de Jornalismo. In: V Simpósio Brasileiro de Ciberjornalismo, 2014, Campo Grande-MS. Anais 5º Simpósio Internacional de Ciberjornalismo. Campo Grande-MS: UFMS, 2014. v. 1.

PAULA, C. F. B. ; SANTOS, C.R. ; PEREIRA, Alves Antonia. Convergência Tecnológica: a internet como ferramenta jornalística nos meios de comunicação de Alto Taquari-MT. In: V Simpósio Brasileiro de Ciberjornalismo, 2014, Campo Grande-MS. Anais 5º Simpósio Internacional de Ciberjornalismo. Campo Grande-MS: UFMS, 2014.

PEREIRA, Alves Antonia; Lachowski, G. L. ; TOMANIN, Cássia Regina. Revista Se Liga: de produção laboratorial para estudantes de Jornalismo ao exercício da Educomunicação. In: Semi Edu 2014., 2014, Cuiabá-MT. Anais SemiEdu 2014 - Educação e seus modos de ler-escrever em meio à vida. Cuiabá: Universidade Federal de Mato Grosso., 2014. v. 5. p. 789-791.


PEREIRA, Alves Antonia; LOURENÇO, Silene de Araújo Gomes. Educomunicação: das práticas alternativas à educação formal. Perspetivas e desafios. In: 2º Congresso Literacia, Media e Cidadania, 2013, Lisboa-Portugal. Actas do 2º Congresso ?Literacia, Media e Cidadania?. Lisboa: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade - Universidade do Minho, 2013. v. 1.

MELLo, Luci Ferraz de; Consani, Marciel; PEREIRA, Alves Antonia. Educomunicação, EAD e presença social: interações dialógicas nos ambientes virtuais de aprendizagem. In: XIII Congresso Internacional IBERCOM, 2013, Santiago de Compostela - Espan. Anais do XIII Congresso Internacional IBERCOM (978-84-695-7564-2). Santiago de Compostela: AssIBERCOM / AGACOM, 2013. v. 1. p. 1892-1894.

PEREIRA, Alves Antonia; SOARES, Ismar de Oliveira; Yared, Ivone. Educomunicação na organização educativa salesiana, na América Latina. In: IV Encontro Brasileiro de Educomunicação, 2012, São Paulo. Papers do IV Encontro Brasileiro de Educomunicação. São Paulo: CCA-ECA, 2012. v. 1.

PEREIRA, Alves Antonia; GALASSO, Bruno ; Botelho, Rodrigo ; DEAK, André ; LOURENÇO, Carlos Eduardo ; NOMURA, J. M. ; SERRA, Glades ; WEILLER, Thais. Comunidades Virtuais de Aprendizagem uma leitura despretensiosa sobre os conceitos de autoria, controle e comunidade a partir de uma experiência de escritura hipertextual e coletiva. In: XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2010, Caxias do Sul. Anais do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. São Paulo: Intercom, 2010.
Mais informações nesse blog sobre este artigo, clique aqui.


CARLI, Andrea; PEREIRA, Alves Antonia. Formação de Professores para o Uso Adequado das TICs. In: I Congresso de Tecnologias na Educação, 2008. (O primeiro número da Revista traz os trabalhos apresentados no I Congresso de Tecnologias na Educação, realizado totalmente via Web entre 27 de outubro e 1º de novembro de 2008).

PEREIRA, Alves Antonia. A experiência de inclusão digital do Portal Educacional Aprendaki. In: Virtual Educa 2007, São José dos Campos, 2007




Artigos jornalísticos - MÍDIA


Educomrádio.centro-oeste

Esse terceiro artigo da série sobre educomunicação apresenta a lei educom de Mato Grosso, de 2008, que criou o programa "Rádio Escola Independente" nas escolas da rede estadual de educação. (Fato & Notícia, julho/2016)

Protagonismo educomunicativo nas escolas


O segundo artigo da série educomunicação tratou de discutir como se dá a participação dos alunos nas escolas em projetos educomunicativos desenvolvidos para ampliar o protagonismo deles nas diversas manifestações artísticas. (Fato & Notícia, julho/2016)


Educomunicação. Edu… o quê?

Eis o primeiro artigo da série educomunicação para ajudar a compreender como nasceu, se legitimou e continua a se desenvolver o conceito na América Latina e no Brasil. O neologismo foi utilizado, inicialmente, pela Unesco para designar as práticas de “educação para a comunicação” por meio de uma leitura crítica dos meios de comunicação na década de setenta. (Fato & Notícia, julho/2016)

Educomunicação: uma maneira de fazer EAD
Educomunicar no ciberespaço é apenas mais um desafio da educomunicação e de seus agentes, os educomunicadores. O ciberespaço entendido como um conjunto de ambientes digitais e não-digitais cria condições para a interação criando o ciberlugar, como define o educador Cassiano Zeferino de Carvalho Neto em sua obra “Por uma Escola Inteligente”.


Dos PCNs à Educomunicação
Dez anos dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs – elaborados a partir da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de transversalidade de conteúdos e de possibilidade de inserção da comunicação e suas tecnologias dentro da escola para contribuição com a aprendizagem. Será que podemos contabilizar grandes passos na interdisciplinaridade, no construtivismo, na interatividade?




Web 2.0 pode revolucionar a educação
Interatividade, ambientes colaborativos, novas recursos tecnológicos e competência tecnológica podem revolucionar a educação brasileira, que se encontra inerte ainda hoje. No mundo tecnológico as mudanças acontecem muito rápido, no entanto, dentro da escola a passos lentos. Estamos falando de desafios hierárquicos, pedagógicos, tecnológicos e principalmente, de relacionamentos interpessoais entre a comunidade educativa, ou seja, educadores, estudantes e dirigentes.



Educação: Resistência ou medo das novas tecnologias interativas
Quem nunca entrou num site de relacionamento, em uma sala de bate-papo ou trocou mensagens instantâneas com a sua lista de contato? É principalmente esse universo baseado em ambiente colaborativo que tanto empolga os estudantes em busca de novas experiências. Por esse motivo, muitos sites têm passado por verdadeiras transformações para atrair essa clientela cada vez mais exigente.




Aluno preguiçoso ou professor despreparado? 

O mundo virtual é um desafio para educadores que precisam conhecê-lo para se apropriar de suas ferramentas em benefício da educação.“Mas que aluno preguiçoso. Tá na cara que ele só copiou da internet e colou no word para entregar a pesquisa que pedi à turma!” Essa expressão faz parte do cotidiano escolar. Já saiu da boca de algum professor chateado com o resultado da pesquisa escolar sobre um determinado tema estudado em sala de aula.

Educação de qualidade acontece por osmose, por prazer
Com o trabalho educomunicativo, estudantes e educadores crescem na dinâmica cidadã em vista de uma educação melhor que envolve convivência. Não é fácil sair da educação bancária em direção a uma nova postura de educação baseada na construção coletiva do conhecimento. É difícil deixar as velhas práticas tradicionais de oferecer conhecimento aos alunos da disciplina que o professor domina muito bem, que sabe profundamente o conteúdo e tem prazer de “passar” essas informações.


EAD: sinônimo de interatividade e ‘glocalidade’
Juliane Corrêa fala do surgimento de um discurso planetário que trata da globalização que abrange, hoje, todos os processos que vão da territorialização à transnalidade perpassada pela cultura, tecnologia, informação, comunicação e processos de negociação.


TICs, uma nova postura na educação

As novas tecnologias de informação e comunicação vieram para ficar, fazer história e ser um marco decisivo no processo de educação brasileira e mundial. No entanto, esta nova realidade exige posicionamentos, posturas e muito treinamento para que educadores, estudantes e instituições possam se beneficiar desse progresso. Isso porque a incorporação das tecnologias na prática educacional traz em seu cerne desafios e dificuldades, como registra Andrea Filatro em seu livro “Design instrucional contextualizado – educação e tecnologia”.Tecnologias da informação e comunicação (TICs), mediação tecnológica, educação mediada por computadores, educação a distância e ambientes virtuais de aprendizado são alguns dos termos utilizados por aqueles que querem fazer um diferencial na educação do século XXI. E para ser diferente é preciso ser multimídia. Não é mais razoável utilizar apenas internet e música. É preciso propor situações em que aconteça a convergência entre mídias como o rádio, a televisão, a fotografia, o cinema.

EAD, planejar de olho no sujeito social
Para se preparar um projeto de ensino a distância – EAD – é necessário ter presente alguns aspectos que são primordiais na construção de do planejamento de acordo com a especialista Juliane Corrêa. A palavra-chave nesse processo é o sujeito social da aprendizagem que vai demonstrar desde o início do processo sua intenção em participar mais ou menos do mesmo. A motivação desse sujeito depende de um bom planejamento fundado em teorias cognitivistas que levem a um processo de construção de todo o ensino-aprendizagem amparado por recursos tecnológicos inovadores que ampliem a potencialidade dos objetivos.

Colaboração, até onde o estudante pode?!
Colaboração é o carro-chefe da Internet nos dias de hoje. Envolve interatividade, confronto, confiança, ousadia e transmutação. Quando pensamos em Wikipédia, pensamos em mudança, alteração e composição de um conceito ou termo, de uma idéia ou situação, enfim de um texto que não tem dono porque é colaborativo.

Diálogo é a situação ideal de fala no ambiente educativo

Quem nunca escutou a expressão: “vou ficar quieto pela paz da nação”? Certamente, todos já passaram por uma situação parecida para não gerar um clima de conflito em uma situação que parecia irremediável. No entanto, o posicionamento de “ficar quieto” não levou a um consenso quanto ao assunto discutido nem à paz de espírito de quem decidiu pela ação de ficar calado. Pelo contrário, levou à mediocridade, à mesmice ou até mesmo à conformidade com uma situação de autoritarismo.

É preciso se comunicar para não se trumbicar, na educação também
Há três expressões que fazem parte do imaginário popular, dos desafios cotidianos e da experiência de inúmeros educadores. Lembremos do grande comunicador Chacrinha que dizia “quem não se comunica, se trumbica”, do provérbio “quem pergunta, vai a Roma” e da expressão: “quem não se atualiza, perde a vez ou fica para trás”. Educadores têm deixado essas frases ecoarem dentro de si para dar um vislumbre significativo à sua experiência educativa seja em ambientes de educação formal ou não-formal.




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Antonia Alves é Mestre em Ciências da Comunicação (ECA/USP) na linha de pesquisa &quot;Comunicação e Educação&quot;. Especialista em Educação a Distância (Senac-RJ, 2008), Jornalista graduada em Comunicação Social (UFMT, 2000). Professora Assistente da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Sócia fundadora da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom), Diretora de Comunicação da ABPEducom entre 2013 e 2016, Membro do Conselho Consultivo Deliberativo (CCD) desde 2016. Pesquisadora colaboradora do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP). Uma das idealizadoras do Portal Educacional Aprendaki, do Blog.Aprendaki e EAD.Aprendaki. Experiência como designer instrucional, tutoria e autora (aututora) de cursos virtuais numa abordagem educomunicativa. Blog sobre Educomunicação (http://www.educomunicacao.jor.br).

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